Por que finges ignorar que existo,
Sem dignar-se ao vate aqui notar?
Não sentes que teu ser é um infinito
Marulhar de luzes, onde aflito,
Me sinto arrostar?
Queria te dizer neste momento,
Que são teus olhos o belo firmamento,
Onde me perco, sedento a contemplar,
Miríades de sóis e estrelas lindas,
Que brilham sem cessar na noite infinda,
Onde anseio mergulhar
.
Não sabes que teu corpo é um monumento,
Que eu contemplo com tanto sentimento,
Sozinho no meu canto a te fitar?
Que se pedires, movo céus e montes,
Vou às estrelas, rompo os horizontes,
Só para ver brilhando o teu olhar.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário