Tu és, oh doce mel da vida,
Ambrosia sublime que nos tenta,
Nos lábios de veludo, a suculenta
Visão do paraízo, a paz sentida.
Acepipe dos deuses, vem comigo,
Mitigar a dor que a alma sente,
Por ver a mesa posta a outra gente,
Que em teu seio se apráz, e eu mendigo,
Alucinado, a esmo te persigo,
E pelos báratros cruéis sigo silente,
Transtornado de paixão atróz, demente.
No entanto, a sorrir zombeteira,
Galhofas a fugir, tão bela e altaneira,
Pois sabes que esquecer-te não consigo.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário